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	<title>Site Oficial do Deputado Federal Paulo Rubem  ( PDT-PE )</title>
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		<title>Convidado, na tarde desse sábado faço Conferência em Belo Horizonte sobre financiamento da educação</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 01:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rubem</dc:creator>
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		<category><![CDATA[10% do PIB para educação]]></category>
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		<description><![CDATA[O Brasil pode e deve investir mais em educação.Para evitar a tragédia da violência e da criminalidade que atinge nossa juventude ( ver o Mapa da Violência no Municípios 2012 em www.institutosangari.org.br ) .Para superar os trágicos indicadores de acesso e permanência na escola pública ( ver Comunicado 66 do Ipea em www.ipea.gov.br/publicações ).Para , [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil pode e deve investir mais em educação.Para evitar a tragédia da violência e da criminalidade que atinge nossa juventude ( ver o Mapa da Violência no Municípios 2012 em www.institutosangari.org.br ) .Para superar os trágicos indicadores de acesso e permanência na escola pública ( ver Comunicado 66 do Ipea em www.ipea.gov.br/publicações ).Para , finalmente, não cair na embriaguez do crescimento econômico ( indica-se que já seríamos a sexta maior economia do mundo )dissociado do desenvolvimento sustentável marcado,sobretudo, pelo acesso universal com qualidade à educação e saúde, entre outros direitos sociais. Esses serão os eixos do Seminário que ocorre amanhã, sábado, em Belo Horizonte-MG, no Encontro Estadual da Juventude do PDT de Minas Gerais, para o qual fui convidado a falar sobre financiamento da educação no futuro Plano Nacional de Educação 2012-2022. Aguarde aqui e em www.facebook.com/paulorubem mais informações.</p>
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		<title>Paulo Rubem vai aderir ao Programa Cidades Sustentáveis  e debate o tema nesta segunda-feira (21) no PDT</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 14:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrea Pessoa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cidades criativas e sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[observatório do recife]]></category>
		<category><![CDATA[programa cidades sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O pré-candidato à Prefeitura do Recife e deputado federal, Paulo Rubem Santiago (PDT), assina uma carta-compromisso na próxima segunda-feira (21), aderindo ao Programa Cidades Sustentáveis. O ato acontece no sétimo e último Ciclo de Debates, promovido pelo pedetista, a partir das 19h, no PDT estadual. Desta vez, o tema será “Cidades criativas e sustentáveis”. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O pré-candidato à Prefeitura do Recife e deputado federal, Paulo Rubem Santiago (PDT), assina uma carta-compromisso na próxima segunda-feira (21), aderindo ao Programa Cidades Sustentáveis. O ato acontece no sétimo e último Ciclo de Debates, promovido pelo pedetista, a partir das 19h, no PDT estadual. Desta vez, o tema será “Cidades criativas e sustentáveis”. A sede fica localizada na Av. João de Barros, 326, na Boa Vista. A entrada é franca.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A ONG Cidades Sustentáveis foi uma das convidadas para o debate. Terá George Winnik para fazer apresentação da plataforma do programa. A entidade foi criada pela Rede Nossa São Paulo, Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis e Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social. Em Pernambuco, é vinculada ao Observatório do Recife (ODR), que também trará para o debate Marcelo Negromonte.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Programa Cidades Sustentáveis faz parte de um programa nacional voltado para o compromisso com a formação de cidades ambientalmente equilibradas e economicamente viáveis e por conta disso todos os partidos do país foram convocados. A carta compromisso indica que os candidatos concordam em produzir um diagnóstico da cidade e um plano de metas, que deve ser divulgado em até 90 dias após a posse do prefeito eleito.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Os candidatos que aderirem ao programa estarão declarando a sua disposição em promover ainda mais a participação da sociedade civil nas ações de governo, prestando contas regularmente das ações desenvolvidas e dos progressos alcançados.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Programa Cidades Sustentáveis, lançado nacionalmente em agosto de 2011, entra na fase de consolidar as adesões em várias cidades brasileiras. A primeira intenção dessa agenda é mostrar o programa como uma ferramenta de gestão pública, explicando melhor os seus princípios aos candidatos. Depois a ideia é mostrar os resultados para a sociedade civil organizada, para que esta o use como um aliado no processo de construção de uma cidade mais sustentável.</span></p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">7º Ciclo de Debates &#8211; “Recife com um futuro sustentável”</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Tema: Cidades Criativas e Sustentáveis e adesão de Paulo Rubem ao Programa Cidades Sustentáveis</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Quando: 21 de maio &#8211; 19h</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Onde: Av. João de Barros, 326, na Boa Vista.</span></strong></p>
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		<title>Lei de Acesso à Informação favorece controle da sociedade na gestão pública</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 14:22:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrea Pessoa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[lei da transparência pública]]></category>

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		<description><![CDATA[A Lei de Acesso à Informação entrou em vigor desde quarta-feira (16.5), apenas dois dias antes da 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social, que está sendo realizada em Brasília. O deputado Paulo Rubem Santiago (PDT) apoia o controle social e participou da conferências municipais de Olinda e de Jaboatão e na do Estado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A Lei de Acesso à Informação entrou em vigor desde quarta-feira (16.5), apenas dois dias antes da 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social, que está sendo realizada em Brasília. O deputado Paulo Rubem Santiago (PDT) apoia o controle social e participou da conferências municipais de Olinda e de Jaboatão e na do Estado de Pernambuco.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A Lei de Acesso à Informação Pública (Lei nº 12.527/2011) sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, no dia 18 de novembro de 2011, estabelece que cabe à Administração Pública atender às demandas dos cidadãos. A lei representa um grande passo para a consolidação da democracia e para a participação da sociedade no controle da gestão pública.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Com a Lei em vigor, qualquer pessoa pode ter, a partir de agora, acesso a documentos e informações que estejam sob a guarda de órgãos públicos, em todos os poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e níveis de governo (União, Estados, Municípios e Distrito Federal). Todos os órgãos públicos deverão fornecer os dados solicitados no prazo de 20 dias, prorrogáveis por mais 10, sem que haja necessidade de o requerente justificar o pedido. Ou seja, todas as informações produzidas ou custodiadas pelo poder público e não classificadas como sigilosas são consideradas públicas e, portanto, acessíveis a todos os cidadãos.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Para exercer o direito regulamentado pela Lei, os interessados não precisarão, necessariamente, dirigir-se ao Serviço de Informações ao Cidadão (SIC) do respectivo órgão, que será a unidade responsável pelo recebimento, processamento, gerenciamento e envio da resposta aos pedidos de acesso à informação e pela orientação dos cidadãos. Isso porque os pedidos também poderão ser feitos de forma eletrônica, por meio da Internet (www.acessoainformacao.gov.br).</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Jorge Hage Sobrinho, ministro de Estado Chefe da Controladoria-Geral da União, fala sobre Etapa Nacional da 1ª Consocial. “Essa lei, que regulamenta o princípio constitucional segundo o qual o cidadão tem o direito de acessar qualquer informação pública, com o mínimo possível de exceções, confere um novo significado à relação entre o Estado e a Sociedade”, disse.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Izabela Corrêa, Coordenadora-Geral de Promoção da Ética, Transparência e Integridade, da Diretoria de Prevenção da Corrupção da Controladoria-Geral da União (CGU), afirma: “A própria Consocial é uma iniciativa que trata sobre transparência e controle social, então não dá para separar controle social do acesso às informações. O tema “Acesso à informação” é um dos quatro eixos temáticos da 1ª Consocial. A Lei de Acesso à Informação, objetiva assegurar que os cidadãos tenham acesso a informações públicas, o que, consequentemente, os permitirá participar mais e com mais conhecimento das decisões públicas”</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Publicidade é regra</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Entre os princípios mais importantes da Lei, está o de que a publicidade e a transparência das informações é a regra, e o sigilo, a exceção. Além de regulamentar a forma de fazer o pedido e os prazos dados aos órgãos para atendimento à solicitação, a Lei de Acesso à Informação prevê ainda que a Administração Pública deve promover a divulgação proativa de informações, com a disponibilização, na Internet, independentemente de requisição.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Veja a cartilha &#8220;Acesso à Informação Pública&#8221;</span></p>
<p><a href="http://www.acessoainformacao.gov.br/acessoainformacaogov/destaques/cartilha.asp" target="_blank"><span style="color: #006cc0;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="text-decoration: underline;">http://www.acessoainformacao.gov.br/acessoainformacaogov/destaques/cartilha.asp</span></span></span></span></a></p>
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		<title>Cristina Sette debate políticas públicas para a saúde do Recife</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emenda 29]]></category>
		<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Municipal de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições Municipais 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[sucessão municipal no recife]]></category>
		<category><![CDATA[Sucessão no Recife]]></category>

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		<description><![CDATA[No Ciclo de Debates sobre o “Recife para o Futuro Sustentável”, a sanitarista Cristina Sette apresentou propostas para a área de Saúde Pública]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Ciclo de Debates sobre o “Recife para o Futuro Sustentável”, a sanitarista Cristina Sette apresentou propostas para a área de Saúde Pública. O evento aconteceu na sede do PDT, com a presença do deputado e pré-candidato a Prefeitura do Recife, Paulo Rubem Santiago.</p>
<p>Ela explicou o que é a política pública moderna, caracterizada pelo “Bem-Estar Social”, sendo determinado historicamente pelo adequado emprego de políticas econômicas e sociais e, particularmente, através de políticas públicas, com a construção de uma rede de proteção social. Afirmou que tal proposta apresenta baixa mortalidade infantil, elevada expectativa de vida.</p>
<p>Conheça a apresentação de Cristina Sette:</p>
<div id="__ss_12984446" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Saude publica no recife" href="http://www.slideshare.net/paulorubem/saude-publica-no-recife">Saude publica no recife</a></strong><object id="__sse12984446" width="425" height="355" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=saudepublicanorecife-120518102012-phpapp01&amp;stripped_title=saude-publica-no-recife&amp;userName=paulorubem" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse12984446" width="425" height="355" type="application/x-shockwave-flash" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=saudepublicanorecife-120518102012-phpapp01&amp;stripped_title=saude-publica-no-recife&amp;userName=paulorubem" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/paulorubem">Deputado Paulo Rubem &#8211; PDT</a>.</div>
</div>
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		<title>Projeto de Lei quer Banco Central atento ao emprego e ao crescimento</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 19:12:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrea Pessoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>

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		<description><![CDATA[O deputado Paulo Rubem Santiago (PDT) apresentou hoje (16.5) o Projeto de Lei (PL3865/2012). O projeto insere dentre as competências do Banco Central a expressão &#8220;perseguir a estabilidade do poder de compra da moeda, garantir que o sistema financeiro seja sólido e eficiente e estimular o crescimento econômico e a geração de empregos&#8221;. O PL [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O deputado Paulo Rubem Santiago (PDT) apresentou hoje (16.5) o Projeto de Lei (PL3865/2012). O projeto insere dentre as competências do Banco Central a expressão &#8220;perseguir a estabilidade do poder de compra da moeda, garantir que o sistema financeiro seja sólido e eficiente e estimular o crescimento econômico e a geração de empregos&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O PL altera a Lei 4.595, de 31 de dezembro de 1964, e foi apresentado anteriormente pelo Senador  Lindberg Farias, PT do Rio de Janeiro, que o retirou a pedido do governo. Paulo Rubem o reapresentou por considerá-lo importante.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Conheça o PL na íntegra: </span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">PROJETO DE LEI Nº 3865, de 2012.<br />
(Do Sr. Paulo Rubem Santiago)</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Altera a Lei 4.595, de 31 de dezembro de 1964, para que passe a figurar como competência do Banco Central do Brasil a expressão “perseguir a estabilidade do poder de compra da moeda, garantir que o sistema financeiro seja sólido e eficiente e estimular o crescimento econômico e a geração de empregos”.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">O CONGRESSO NACIONAL decreta:</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Art 1°. O artigo 9° da Lei n° 4595, de 31 de dezembro de 1964, passa a vigorar com a seguinte redação:</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">“Art. 9° Compete ao Banco Central da República do Brasil perseguir a estabilidade do poder de compra da moeda, garantir que o sistema financeiro seja sólido e eficiente, estimular o crescimento econômico e a geração de empregos e bem como cumprir e fazer cumprir as disposições que lhe são atribuídas pela legislação em vigor e as normas expedidas pelo Conselho Monetário Nacional” (NR)</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Art. 2° Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">JUSTIFICAÇÃO</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Em geral, bancos centrais atuam na economia através da utilização de instrumentos de política monetária, assim como estabelecem regras de regulação do sistema financeiro. Contudo, a atuação de um banco central não é neutra em relação ao lado real da economia. Os resultados de sua atuação não se restringem a esfera monetária e financeira.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">A evidência de que existe um canal de ligação entre a esfera monetária-financeira e a esfera da economia real é reconhecida pela legislação que orienta a atuação de importantes bancos centrais. O Federal Reserve Bank , o Banco Central dos Estados Unidos, afirma em sua missão que é dever da instituição atuar para influenciar: “&#8230;as condições monetárias e de crédito na economia em busca do emprego máximo, preços estáveis e taxas de juros de longo-termo moderadas”. (</span><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.federalreserve.gov/aboutthefed/mission.htm"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">http://www.federalreserve.gov/aboutthefed/mission.htm</span></a></span><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">)</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">O Banco Central da Austrália afirma, em sua missão, que a atuação da instituição deve contribuir para:“&#8230;a estabilidade da moeda, a manutenção do pleno emprego, a prosperidade econômico e o bem-estar do povo da Austrália”.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Diferentemente dos bancos centrais mencionados, o Banco do Brasil, possui a seguinte missão: “assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda e um sistema financeiro sólido e eficiente”.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Um banco central é um organismo de Estado. A sua missão é o seu encargo que é decorrente de sua competência estabelecida em lei. Logo, a missão de um banco central, em um país democrático, deve refletir o poder que a instituição recebeu da sociedade.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Na competência aqui proposta: “perseguir a estabilidade do poder de compra da moeda, garantir que o sistema financeiro seja sólido e eficiente e estimular o crescimento econômico e a geração de empregos” há três objetivos estabelecidos para o Banco Central. Dois objetivos relacionados à esfera monetária-financeira e um referente à esfera real da economia.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">No primeiro aspecto, o Banco Central do Brasil não pode sozinho assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda. Ele pode perseguir este objetivo. A inflação tem diversas causas e muitas delas não são sequer alcançáveis pelos instrumentos de política monetária, por exemplo, um aumento de preços administrados é insensível a uma elevação da taxa de juros. A inflação tem causas diversas que devem ser atacadas pelo conjunto de organismos públicos. Enfim, assegurar a estabilidade monetária deve ser um objetivo de governo e também de sociedade – ao Banco Central cabe contribuir com o Governo e a sociedade perseguindo este objetivo.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Além disso, o BCB deve garantir um sistema sólido e eficiente: (i) – sólido para que não seja epicentro de crises e para que seja imune a crises externas (ii) – eficiente: para atender a economia com taxas de juros moderadas para financiar o investimento, a produção, a comercialização, a exportação, a importação, o consumo e a aquisição de imóveis – sem deixar de atender as necessidades de liquidez, rendimento e proteção de correntistas e poupadores. Portanto, a política de regulação e fiscalização do Banco Central é vital.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Por fim, além de reconhecer explicitamente que seus instrumentos de política monetária e sua regulação financeira provocam mudanças no lado real da economia, o Banco deve colocar-se, de forma explícita, dentro do projeto de desenvolvimento do País. Tal projeto, almeja entre outros objetivos, manter a inflação sob controle com a economia crescendo e gerando empregos.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Por último, cabe ser destacado que o Banco Central do Brasil dará respaldo legal para a manutenção e fortalecimento das políticas adotadas.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Salas das Sessões, em 16 de maio de 2012.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Deputado PAULO RUBEM SANTIAGO</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">PDT/PE</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">______________________________</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">2 Pasqualini, Alberto, Bases e sugestões para uma política social (organizado por Rui Barbosa de Souza) Porto Alegre: Rígel, 2008, pág. 113 e segs.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="CENTER"><span style="font-size: small;"><strong><br />
</strong></span></p>
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		<title>Em Cordel, defendi hoje a aprovação do projeto de Lei Complementar da taxação das grandes fortunas</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 16:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rubem</dc:creator>
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		<category><![CDATA[carga Trivbutária]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Sonegação]]></category>
		<category><![CDATA[Taxação das grandes fortunas]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça o Cordel que escrevi hoje na sessão da Comissão de Seguridade Social da Câmara dos Deputados, em defesa da aprovação do Projeto de Lei Complementar 48/2011, que implanta a taxação das grandes fortunas, matéria prevista na Constituição de 1988 e ainda não regulamentada. Os Deputados do DEM e alguns do PMDB e do PSDB [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.paulorubem1212.com.br/wp-content/uploads/2012/05/fortunas1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-12453" title="fortunas1" src="http://www.paulorubem1212.com.br/wp-content/uploads/2012/05/fortunas1-300x243.jpg" alt="" width="300" height="243" /></a>Conheça o Cordel que escrevi hoje na sessão da Comissão de Seguridade Social da Câmara dos Deputados, em defesa da aprovação do Projeto de Lei Complementar 48/2011, que implanta a taxação das grandes fortunas, matéria prevista na Constituição de 1988 e ainda não regulamentada. Os Deputados do DEM e alguns do PMDB e do PSDB obstruiram a votação da matéria aprovando, antes disso, uma nova audiência pública para debater o assunto.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;"><strong>Leia o Cordel</strong></p>
<p style="text-align: left;">Estimado Presidente</p>
<p style="text-align: left;">Colegas Parlamentares</p>
<p style="text-align: left;">O Brasil é singular</p>
<p style="text-align: left;">Não dá nem pra comparar</p>
<p style="text-align: left;">Com países de além mares</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Fala-se muito, à exaustão</p>
<p style="text-align: left;">Dessa carga tributária</p>
<p style="text-align: left;">Mas ouço tanta inverdade</p>
<p style="text-align: left;">Chega me dá urticária</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Quem mais reclama da carga</p>
<p style="text-align: left;">Sempre esquece de explicar</p>
<p style="text-align: left;">Por dentro dela, quem paga ?</p>
<p style="text-align: left;">Uma olhada vamos dar</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Na famigerada carga</p>
<p style="text-align: left;">A maldade é indireta</p>
<p style="text-align: left;">Incidente no consumo</p>
<p style="text-align: left;">Aos mais pobres ela afeta</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">É além disso regressiva</p>
<p style="text-align: left;">Veja que aberração</p>
<p style="text-align: left;">A alíquota é igual</p>
<p style="text-align: left;">Salário não conta não</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Um Eike Batista, creiam</p>
<p style="text-align: left;">Comprando uma geladeira</p>
<p style="text-align: left;">Paga o mesmo ICMS</p>
<p style="text-align: left;">Que uma simples lavadeira</p>
<p style="text-align: left;">Se mais impostos não pagar</p>
<p style="text-align: left;">Não sofre complicação</p>
<p style="text-align: left;">Lá no REFIS ( * ) vai entrar</p>
<p style="text-align: left;">O devido parcelar</p>
<p style="text-align: left;">E viva a sonegação !</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Se bate na tal da carga</p>
<p style="text-align: left;">Na renúncia dela não !</p>
<p style="text-align: left;">R$ 135 bilhões</p>
<p style="text-align: left;">Vejam só que presentão</p>
<p style="text-align: left;">E com o nome pomposo</p>
<p style="text-align: left;">De incentivos fiscais</p>
<p style="text-align: left;">Paga menos quem tem mais</p>
<p style="text-align: left;">Vejam que esculhambação</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Falam até de um impostômetro</p>
<p style="text-align: left;">Que chamo demagogímetro</p>
<p style="text-align: left;">Não mostra quem paga ou não</p>
<p style="text-align: left;">Esconde a sonegação</p>
<p style="text-align: left;">Não esclarece um milímetro</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Justiça Fiscal não há</p>
<p style="text-align: left;">Nesse país continente</p>
<p style="text-align: left;">O tributo nas elites</p>
<p style="text-align: left;">Morde pouco e não tem dente</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Por isso digo, não dá</p>
<p style="text-align: left;">Tamanha concentração</p>
<p style="text-align: left;">Lá no norte, além da Europa</p>
<p style="text-align: left;">Não tem essa hsitória não</p>
<p style="text-align: left;">A carga é maior que a nossa</p>
<p style="text-align: left;">E o capital não engrossa</p>
<p style="text-align: left;">Nem fica na contra-mão</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Mais uma audiência ? Sim</p>
<p style="text-align: left;">Só que em outra condição</p>
<p style="text-align: left;">A Comissão adequada</p>
<p style="text-align: left;">É Finanças/Tributação</p>
<p style="text-align: left;">Pois um debate ampliado</p>
<p style="text-align: left;">Não é um bicho papão</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Pois  aqui o bom debate</p>
<p style="text-align: left;">Já se deu com qualidade</p>
<p style="text-align: left;">A hora é de votação,</p>
<p style="text-align: left;">Urgência e necessidade</p>
<p style="text-align: left;">Taxar a grande fortuna</p>
<p style="text-align: left;">É certo e se coaduna</p>
<p style="text-align: left;">Com menos desigualdade !</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(*) o REFIS é um Programa, aprovado em lei  federal, 11.941 de 2009, já em sua terceira versão,  que admite o parcelamento da dívida de impostos e contribuições de pessoas físicas e jurídicas com a Receita Federal do Brasil. Pelas leis brasileiras, quando essa dívida é reconhecida pelo devedor e ele adere a um Programa de parcelamento, o Ministério Público, Estadual ou Federal, fica impedido de denunciá-lo à Justiça por crimes contra a ordem tributária.Dada á flagrante aberração das facilidades concedidas por essa lei a Procuradoria gerald a República entrou no Supremo Tribunal Federal com uma Ação de Incosntitucionalidade da mesma, por flagrante dissintonia com o papel do tributo prevsito na Constituição Federal.</p>
<p>Além disso, enquanto há a disputa entre o &#8221; contribuinte &#8221; e o fisco pela confirmação ou não da dívida de impostos e contribuições, o &#8220;contribuinte &#8221; também não pode ser processado. Com tantas facilidades batizei o REFIS de <strong>Regime Especial de Fomento e Incentivo à Sonegação.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
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		<title>Matéria do VALOR : Pesquisa mostra necessidade de PPPs mais transparentes</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rubem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento público]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria público-privada]]></category>
		<category><![CDATA[PPPS]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte : Jornal VALOR ECONÔMICO de terça-feira, 15 de maio de 2012 Com nossos comentários ao final As Parcerias Público-Privadas (PPPs) foram regulamentadas em 2004 e o primeiro contrato foi celebrado em 2006. Desde então, foram 18 contratos em esfera estadual, concentrados em oito Estados, 30 no âmbito municipal e apenas um pelo governo federal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte : Jornal <strong>VALOR ECONÔMICO</strong> de terça-feira, 15 de maio de 2012</p>
<p><em><strong>Com nossos comentários ao final</strong></em></p>
<p>As Parcerias Público-Privadas (PPPs) foram regulamentadas em 2004 e o primeiro contrato foi celebrado em 2006. Desde então, foram 18 contratos em esfera estadual, concentrados em oito Estados, 30 no âmbito municipal e apenas um pelo governo federal (projeto de data center do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal).</p>
<p>No momento em que o país chega a meia centena de 50 PPPs, uma consulta com poder público, privado e acadêmicos apontou que a falta de transparência nos contratos é o maior entrave para que elas aumentem no país. A pesquisa, ainda inédita, foi realizada pelo Observatório das Políticas Público-Privadas (PPP Brasil) e mostra que há dificuldade de obter informações sobre o assunto e acompanhar os projetos em execução. &#8220;Isso não depende de lei, depende de postura do poder público&#8221;, diz Bruno Ramos Pereira, coordenador da pesquisa e do portal criado pela iniciativa privada para monitorar e reunir dados sobre o tema.</p>
<p>O acesso às informações públicas, no entanto, passa a ser regulamentado pela Lei de Acesso à Informação, que entra em vigor nesta quarta-feira. &#8220;Essa nova legislação legitima o direito do cidadão e deve acelerar esse processo de divulgação de informações. Haverá maior pressão do cidadão, da sociedade civil organizada e dos empresários&#8221;, acredita Pereira.</p>
<p>A pesquisa da PPP Brasil levou em conta três aspectos: a facilidade de implementação, o potencial de melhoria e o nível de prioridade. &#8220;A transparência foi apontada como eixo principal, afinal são contratos de longo prazo, complexos, que transcendem mandatos e por serem instrumentos novos ainda há desconhecimento e desafios&#8221;, considera.</p>
<p>Entre as demandas apontadas para aumentar a transparência estão a criação de site vinculado ao governo federal para abrigar informações sobre as PPPs; publicação dos estudos de viabilidade sobre projetos de PPP; divulgação dos contratos celebrados e aditamentos; além da disponibilização dos relatórios de fiscalização e dos indicadores de desempenho previstos nos contratos.</p>
<p>Segundo Pereira, a acesso a esses dados torna o mercado mais saudável e diminui a desinformação sobre o tema. &#8220;Atrai novas empresas, aumenta o caráter competitivo das licitações, fomenta interesse da iniciativa privada de apresentar propostas e organiza o mercado de forma mais eficiente&#8221;, defende.</p>
<p><em><strong>Nossos comentários</strong></em></p>
<p>O Brasil e um conjunto de países da América Latina foram atingidos no início da década de 1990 por um tsunami ideológico, gerado a partir do encontro realizado em Washington, no final dos anos de  1980. Esse tsunami foi conhecido como &#8221; <strong>O Consenso de Washington</strong>&#8220;, um conjunto de idéias e diretrizes para mudar o papel do Estado  nas atividades econômicas e administrativas dessas nações, em especial, para promover a privatização de empresas estatais, abrir as economias ao capital internacional, reduzindo-se tributos e exigências para seu processo de investimento, circulação e acumulação. Nesse contexto os Estados nacionais foram duramente atacados como perdulários , ineficientes, mal administrados, incapazes de promover o investimento e o desenvolvimento, sobretudo na área de infra-estrutura. Daí nasceram as teses que serviram de base para a implantação das privatizações e das chamadas Parcerias Público-Privadas. Dizia-se que , com as privatizações, o Estado sairia das atividades que não lhe competiam e assim estaria apto a investir no essencial, em saúde, educação e segurança. O que se viu depois foi o oposto.</p>
<p>As PPPs representam uma ferramenta que  visa consorciar algum dinheiro público e muito dinheiro privado, transferindo-se depois, para a iniciativa privada, a operação e a gestão do faturamento dos bens e serviços que passam a ser oferecidos à sociedade, por 20, 30 ou mais anos. Na verdade, a idéia esconde a verdadeira causa da incapacidade de investimento público, ou seja, a supremacia da dívida pública nos gastos do tesouro nacional. Anos e anos de combate à inflação com elevadas taxas de juros e o uso da taxa básica de juros, a SELIC, para, também, remunerar quase 1/3 do total de títulos do tesouro nacional, fez com que se drenasse vultosa soma de receitas do tesouro nacional, reduzindo-se sua capacidade de investimentos.</p>
<p>As PPPS, portanto, podem ser uma alternativa complementar ao planejamento estratégico e aos investimentos que cabe ao Estado fazê-lo, devendo ser vista caso a caso, em geral, evitando-se que possa incidir em áreas onde o lucro das operações deveria ser revestido ao próprio estado, para acelerar a universalização de serviços, a modicidade tarifária e a melhoria da qualidade desses serviços. Transformar o acesso a bens essenciais em objeto de lucro privado pode não ser a melhor alternativa.</p>
<p>As PPPS são, portanto, uma ferramenta auxiliar, não predominante, na realização de investimentos. Não podem ser tratadas como ideologia, com fundamentalismos. Um dos pré-candidatos do PT nas prévias internas do partido para as eleições de 2012 em Recife afirmou recentemente no Blog de Jamildo, que &#8220;<strong>não tem medo da iniciativa privada e que se ganhar as prévias e for eleito prefeito vai acelerar as PPPs</strong> &#8220;. Isso é ridículo. Uma bobagem. Quer se implementar algo, à priori,  sem o menor diagnóstico. Imaginem se a cidade pode ser tratada dessa forma.</p>
<p>Como a matéria aqui republicada  afirma, em relação à pesquisa sobre as PPPs<strong>, &#8220;A transparência foi apontada como eixo principal, afinal são contratos de longo prazo, complexos, que transcendem mandatos e por serem instrumentos novos ainda há desconhecimento e desafios&#8221;.</strong></p>
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		<title>Veja: Folha de Pernambuco desse domingo me entrevistou sobre o PDT e as eleições para a Prefeitura do Recife</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 16:51:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rubem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2012]]></category>
		<category><![CDATA[frente popular]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura do Recife]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos nos colocar como opção” 13/05/2012 01:00 &#8211; CAROL BRITO Pré-candidato à Prefeitura do Recife, o deputado federal Paulo Rubem Santiago (PDT) se articula para chegar forte à discussão sobre a estratégia do bloco alternativo &#8211; formado por PTB, PV, PSC, PRB, PP e PDT. O prefeiturável admite, nesta entrevista à Folha de Pernambuco, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Vamos nos colocar como opção”</h3>
<div>13/05/2012 01:00 &#8211; CAROL BRITO</div>
<div>
<p><strong>Pré-candidato à Prefeitura do Recife, o deputado federal Paulo Rubem Santiago (PDT) se articula para chegar forte à discussão sobre a estratégia do bloco alternativo &#8211; formado por PTB, PV, PSC, PRB, PP e PDT. O prefeiturável admite, nesta entrevista à Folha de Pernambuco, que tem tido uma postura ativa em relação aos outros partidos que compõem o grupo e que os debates e movimentações dos últimos meses o colocam em uma posição mais favorável do que outros nomes citados para a disputa. Contudo, o pedetista aponta que este cenário pode mudar e que está aberto ao diálogo com outros postulantes. Isso porque, para o parlamentar, o importante é que se construa uma alternativa ao PT na base governista. Na opinião do pré-candidato, a disputa das prévias desconstruiu o discurso petista de manter o seu projeto na Prefeitura. Nesta semana, o bloco deverá ter uma reunião, em Brasília, para definir os seus próximos rumos e discutir a sua estratégia, após o resultado das prévias petista.</strong></p>
<p><strong>O senhor tem se movimentado bastante desde que lançou sua pré-candidatura à Prefeitura do Recife. Quais serão os seus próximos passos?</strong></p>
<p>Neste mês, vamos fazer alguns ciclos do debate Recife com um Futuro Sustentável, o próximo será sobre Saúde Pública, ainda vamos ter outros sobre cidade criativa, economia e desenvolvimento sustentável, que vamos dividir com o PV. Será em um lugar neutro e vamos avançar na construção de identificação entre o PDT e o PV. Conversei com o presidente nacional do PV, José Luiz Penna, e ele demonstrou bastante entusiasmo com as conversas que tivemos com o presidente estadual, Carlos Augusto Costa. Nesta semana, teremos uma conversa com o bloco alternativo, em Brasília,. Esse encontro vai ser um passo importante em busca da unidade, onde cada partido vai apontar seus nomes, se os indicados foram mantidos ou se eles vão apenas compor. Certamente, também vamos fazer uma avaliação das prévias do PT, que tem tido diversos acirramentos, atritos com contas da Prefeitura no Tribunal de Contas do Estado (TCE), acusações mútuas. Queremos saber a avaliação de cada partido. Em paralelo, vamos continuar nosso trabalho. Já temos alguns indicadores. Queremos fazer uma cidade para todos. Queremos chegar no final de maio com uma agenda do PDT articulada com a agenda que o bloco elaborou. E articular essas informações, isso é o que vai ser a nossa diferença porque o PT já governa a cidade por 12 anos e os que estão nos demais partidos da oposição também já governaram o Recife e o Estado. As oportunidades já lhe foram dadas pelos eleitores do Recife. Temos um espaço para discutir alternativa.</p>
<p><strong>O senhor vai se colocar como pré-candidato nesse encontro em Brasília?</strong></p>
<p>Nós temos colocado isso, primeiro ao PDT para estimular a nossa militância, aos pré-candidatos, à direção nacional e estadual. Claro que não estamos desconectados de outros municípios como Caruaru, por exemplo. Caruaru é uma cidade estratégica para o PDT. O prefeito José Queiroz (PDT) está empolgado, ele tem avançado. Então, vamos nos colocar como opção. Vamos nos colocar porque estamos nos aproximando do fim de maio e o PT já está se decidindo. O PT está cheio de pendências e terá menos de um mês para resolver essas questões. Será que  vai conseguir conversar tudo aquilo que ele não conversou em quatro anos? Nós não rompemos com a Frente, nós estamos oferecendo uma alternativa. Mesmo o PSB mantendo a aliança com o PT, está claro que esse bloco é parte da Frente Popular. Não estamos plantando urtiga na Frente e esse projeto é viável.</p>
<p><strong>Dos candidatos que estão se colocando, o senhor tem se movimentado bastante. Com isso, o senhor parte na frente nas discussões de nomes no bloco alternativo?</strong></p>
<p>Eu não estou concorrendo com os outros possíveis nomes do bloco. Não vejo dessa forma. Nós vamos tentar convencer os partidos, mas não estamos fechados para discutir outros nomes, porque daí não seria a construção de uma aliança. Eu estou me mobilizando, discutindo a cidade. Isso me coloca numa posição mais ativa? Me coloca. Me coloca como um candidato que vem se movimentando. Então, estamos mais próximos de ter uma posição melhor na disputa, mas isso não impede que outros candidatos que não tenham essa desenvoltura possam avançar. As conveções são no final de junho e temos muito tempo para discutir. Eu não vou dizer que, com a minha decisão, o Recife vai tremer (em referência à declaração do deputado federal João Paulo/PT, de que a cidade iria ficar na expectativa da sua decisão de sair ou não do PT, no ano passado). É preciso puxar o freio de mão e pensar a cidade.<br />
<strong><br />
Como o senhor está ven­do os embates entre os grupos do prefeito João da Costa e do secretário es­tadual de Governo, Maurício Rands, pela indicação nas prévias petistas. Tem condições dos partidos do bloco alternativo caminharem com eles após esse processo?</strong></p>
<p>O PT está entrando em um campo extremamente pantanoso, em uma areia movediça. Como vai explicar que deve continuar, quando quem questiona a administração é o proprio PT? O que vemos é que o próprio partido não dá respaldo e há várias projeções de quem vai ganhar as prévias, mas quem ganhar vai ganhar com fratura. Ambos os candidatos vão carregar um fardo grande. O eleitor pensa logo se eles estão brigando para melhorar o Recife ou para se manter em cargos. Administrar não é manter empregos, mas promover políticas públicas. Vamos avaliar o que a população quer manter e o que quer mudar na administração, mas falta ainda muita coisa. Com posicionamento ideológico, claro.</p>
<p><strong>O senhor disputou prévias no PT. Acredita que o clima está mais acirrado nas prévias de hoje?</strong></p>
<p>Eu enfrentei dois processos conturbados no PT, com diversas suspeitas. Eu hoje enxergo isso de longe. O PT antigamente tinha um programa de base para ser um programa de base. Muitas pessoas observam que o partido é hoje de um grupo restrito. O que eu vejo hoje é que antes da decisão de colocar o nome estava tudo bem, depois que começou essa discussão. Tem que dizer para à sociedade qual o motivo das pessoas terem saído da administração, porque João Paulo brigou com João da Costa, quem traiu quem. Porque assim a população vai pensar que é uma especulação grosseira, que não tem motivo para essa disputa.</p>
<p><strong>A indicação da presidente Dilma Rousseff (PT) do deputado federal Brizola Neto (PDT-RJ) para o Ministério do Trabalho deixou insatisfações no PDT de que teria sido uma indicação pessoal e não partidária. O novo ministro conseguiu unir o partido?</strong></p>
<p>Todos os partidos têm facções. O PDT tem uma parte da sua militância ligada ao ex-deputado federal Brizola, outra ligada ao movimento sindical, tem uma parte que está sendo renovada. Era natural que no partido existam múltiplas tendências, e a presidente escolheu o nome que, pela sondagem que ela fez, poderia repactuar as lideranças sindicais, que encaminhasse a pasta. Eu já tive dois encontros com o ministro e ele já teve três encontros com os sindicatos. Segundo, na terça-feira tivemos um encontro com toda a bancada e só dois deputados não foram por questões absolutamente pessoais. Foi uma reunião totalmente produtiva. Já trabalhamos a reestruturação do ministério, da agenda. Ele está com uma agenda positiva. E isso tudo tem um aval integral da presidente Dilma. Tenho uma relação pessoal boa com o novo ministro, ele chegou a defender o meu nome para a liderança da bancada do partido. Agora todos se integraram totalmente com a nova candidatura e o partido está unificado.</p>
<p><strong>O senhor assumirá novamente a coordenação da Frente de Combate à Corrupção, nesta semana. Quais serão as próximas prioridades da frente?</strong></p>
<p>Vou assumir a coordenação novamente essa semana, por mais um ano. Fui presidente junto com Antônio Carlos Biscaia (PT), entre 2004 e 2008. Estamos assumindo a coordenação da Frente com um foco: aprovar todas as leis de combate à corrupção. A corrupção é a mais antiga parceria pública e privada do mundo e precisamos combater a estrutura dela. Portanto vamos priorizar a nossa agenda de projetos de combate à corrupação para tentar colocá-la na pauta do Congresso Nacional. Estivemos com a corregedora do Conselho Nacional de Justiça, Eliana Calmon, e discutimos para que o monitoramento das ações de improbidade administrativa e rejeição de contas sejam acompanhadas.</p>
<p><strong>Como a Frente  vai acompanhar a CPMI do Cachoeira?</strong></p>
<p>Queremos que a CPI combata a corrupção de forma estrutural. A CPI sempre pode gerar uma outra opinião, agora ela corre o risco de ficar apenas em quem esteve envolvido, de qual partido ele é. Não consegue combater a corrupção sem desmontar a estrutura, não podemos nos apegar apenas a nomes. Essa CPI pode atingir um bocado de deputados, de governadores e senadores, como já está atingindo. Essas pessoas podem virar réus de processos. Mas se você tira as pessoas da vida pública e essas empresas, mas não muda a estrutura, vai continuar a mesma coisa. Temos que procurar a Polícia Federal, o Ministério Público e fazer projetos de lei para fazer um combate sistemático contra a corrupção.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Paulo Rubem debate os problemas da saúde do Recife nesta segunda-feira (14)</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 17:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrea Pessoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de debates]]></category>
		<category><![CDATA[paulo rubem santiago]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Os problemas e as soluções da saúde pública da capital pernambucana são o tema principal do Ciclo de Debates que o pré-candidato à Prefeitura do Recife e deputado federal, Paulo Rubem Santiago (PDT), promove nesta segunda-feira (14). O evento está na sexta edição e acontece a partir das 19h, na sede do PDT, localizado na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Os problemas e as soluções da saúde pública da capital pernambucana são o tema principal do Ciclo de Debates que o pré-candidato à Prefeitura do Recife e deputado federal, Paulo Rubem Santiago (PDT), promove nesta segunda-feira (14). O evento está na sexta edição e acontece a partir das 19h, na sede do PDT, localizado na Av. João de Barros, 326, na Boa Vista. A entrada é franca.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Para debater, foi convidada a médica sanitarista Cristina Sette. Professora do Departamento de Medicina Social da Universidade de Pernambuco (UPE), ela tem especialização em Medicina do Trabalho; Medicina Preventiva e Social; Medicina de Tráfego e Planejamento e Gestão de Organizações. Foi Secretária municipal de Saúde de Camaragibe, Caruaru e Vitória de Santo Antão.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Com o tema central “Recife com um futuro sustentável ”, os encontros são abertos ao público e contará com a presença de técnicos, intelectuais, estudantes, líderes comunitários e pré-candidatos a vereador do município.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conheça meu artigo: Industrialização e Exportações em alerta</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:42:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rubem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Desindustrialização]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça o texto que elaborei sobre dois dos temas mais debatidos nos últimos meses na esfera econômica, com ampla produção acadêmica sobre o mesmo e importantes matérias nos principais jornais do país. Industrialização e exportações em alerta Paulo Rubem Santiago &#8211; Deputado Federal (PDT) &#8211; www.paulorubem.com.br Economistas têm alertado, em jornais de todo o país, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça o texto que elaborei sobre dois dos temas mais debatidos nos últimos meses na esfera econômica, com ampla produção acadêmica sobre o mesmo e importantes matérias nos principais jornais do país.</p>
<p align="center"><strong>Industrialização e exportações em alerta</strong></p>
<p align="center">Paulo Rubem Santiago &#8211; Deputado Federal (PDT) &#8211; <a href="http://www.paulorubem.com.br/">www.paulorubem.com.br</a></p>
<p>Economistas têm alertado, em jornais de todo o país, para a desindustrialização que vivemos. O Boletim Conjuntura em Foco No. 17, do Ipea, (<a href="http://www.ipea.gov.br/">www.ipea.gov.br</a>), aponta a perda de competitividade das exportações, com as comoditties e demais produtos básicos superando os produtos manufaturados, revelando-se ainda uma insinuante relação de dependência entre os saldos comerciais e os ganhos em termos de troca. Caso em 2011 os preços de exportações e importações estivessem nos níveis de finais de 2005 o país teria hoje um déficit comercial de US$ 25,4 bilhões. A concentração das exportações em produtos básicos aponta que esses subiram no segmento de 29,3% para 47,8% com os manufaturados caindo de 55,1% para 36,0% entre 2005 e 2011. Sobre isso Modenesi, Werneck Viana e Miguel Bruno demonstraram em 2011, na IV Conferência da Associação Keynesiana Brasileira, no Rio de Janeiro, que essa queda vem se dando com foco nos bens de média e alta tecnologia, onde somos amplamente deficitários na balança comercial. Para alguns, porém, o momento é de euforia, com o tsunami de capitais externos chegando para investimentos diretos nas empresas, em concessões de serviços públicos ou nos papéis do tesouro nacional. Com isso o Banco Central intervém no mercado de moeda estrangeira. As reservas aumentam e a dívida pública idem. Voltamos, aos poucos, contudo, à condição de país de exportações primárias, perdendo mercado aqui e lá fora para os produtos asiáticos, sobretudo os chineses, como vimos na edição de 28 de fevereiro do Jornal Valor. Um país soberano deve coordenar suas políticas econômicas ampliando os orçamentos em educação básica, ensino superior, ciência e tecnologia, induzindo o investimento na produção, mirando a geração de empregos de maior valor remuneratório e exportações de maior valor agregado. Fora disso é deixar-nos à deriva, levados pelos ventos dos preços internacionais e pelo maior volume exportado de produtos básicos, além das facilidades do dólar barato, que estimula as importações de bens de capital ampliando-se empregos lá fora. Por ai, em dez anos, a indústria de transformação perdeu metade de sua participação no PIB do país. Para ganharmos em volume e preço nas exportações perdemos em valor de troca, melhores empregos e desenvolvimento industrial. Caminho nada inteligente, tampouco soberano. O que nos diria Celso Furtado sobre isso?</p>
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